A ansiedade não é um sentimento que afeta apenas os adultos. Nossas crianças também sentem, mas a forma como isso se manifesta pode ser bem diferente e, muitas vezes, confundida com “birra”, “falta de limite” ou “timidez excessiva”.
O Que Fazer Como Pai/Mãe/Cuidador?
1. Valide o Sentimento: Em vez de dizer “Pare de chorar, não é nada!”, diga “Eu vejo que você está chateado(a). Vamos respirar juntos?”.
2. Crie a Rotina: A previsibilidade acalma. Saber o que esperar do dia reduz a incerteza que alimenta a ansiedade.
3. Incentive a Expressão: Ajude a criança a nomear o que está sentindo (medo, raiva, tristeza), seja através da fala, do desenho ou da brincadeira.
4. Procure Ajuda Profissional: Se os comportamentos são intensos, frequentes e atrapalham o desenvolvimento e a rotina da criança, um psicólogo ou neuropsicólogo pode ajudar a mapear as causas e a criar estratégias eficazes.
Lembre-se: por trás de um comportamento desafiador, existe sempre uma criança tentando comunicar uma necessidade que ainda não sabe expressar.
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